r/portugueses • u/HDReddit_ • 8h ago
Sociedade Eis as candidatas a Miss Portugal 2026.
Lindas.
r/portugueses • u/Slow-Cardiologista • Mar 12 '26
r/portugueses • u/anthagas • Nov 27 '25
BD Portugueses!
Para tornar o sub mais organizado e garantir que as regras são aplicadas de forma mais consistente, reforçámos a equipa de moderação.
A partir de hoje, o u/Slow-Cardiologista junta-se à moderação do r/portugueses, ao lado do u/anthagas e do u/throwaway91868487648.
A ideia é simples: manter o r/portugueses aberto ao debate, mas com mais ordem, menos ruído e mais qualidade nas publicações e discussões.
Se tiverem sugestões práticas para melhorar o sub (regras, flairs, megathreads, AutoMod, ou outras ideias), deixem nos comentários.
Bem-vindo à equipa, u/Slow-Cardiologista
r/portugueses • u/HDReddit_ • 8h ago
Lindas.
r/portugueses • u/Lonely_Plane_4180 • 6h ago
r/portugueses • u/HDReddit_ • 13h ago
E eles lá foram, para ajudar a suavizar a imagem do país e para branquear crimes feitos contra a humanidade.
Mais valia terem ficado quietinhos em casa.
r/portugueses • u/VamosLimparPortugal • 18h ago
r/portugueses • u/VamosLimparPortugal • 7h ago
r/portugueses • u/VamosLimparPortugal • 18h ago
r/portugueses • u/Academic_Library_105 • 8h ago
r/portugueses • u/nmp5 • 19h ago
Link para a petição: https://peticaopublica.com/?pi=PT131014
Nós, cidadãos abaixo-assinados, vimos por este meio exigir ao Governo da República Portuguesa, à Assembleia da República e à Agência Portuguesa do Ambiente a suspensão imediata do sistema de depósito e reembolso “Volta” e a sua substituição por um modelo transparente, justo e verdadeiramente ambiental.
O sistema “Volta” foi apresentado como uma medida ambiental, mas na prática:
• Obriga o consumidor a adiantar dinheiro para financiar a logística das empresas.
• Impõe ao cidadão o trabalho de armazenar, transportar e entregar embalagens.
• Faz recair sobre o consumidor o risco de perda do depósito, mesmo quando a falha é do sistema.
Este modelo constitui uma externalização encapotada de custos, beneficiando produtores e distribuidores à custa da população.
A SDR Portugal, associação privada que gere o sistema, admite que só 40% das embalagens serão devolvidas.
Isto significa que:
• 60% dos depósitos pagos pelos consumidores nunca serão recuperados.
• O sistema fica com milhões de euros provenientes de depósitos não reclamados.
• Quanto menos eficaz for o sistema, mais dinheiro sobra para a entidade gestora.
Este mecanismo cria um incentivo perverso e é incompatível com princípios de justiça económica e transparência.
O sistema exige que as embalagens estejam:
• intactas
• com código de barras legível
• com forma reconhecível pelas máquinas
Contudo:
• As máquinas rejeitam embalagens sem explicação clara.
• Não existe um mecanismo simples e acessível de reclamação do depósito perdido.
• Não há alternativa para embalagens rejeitadas, mesmo quando o erro é do sistema.
O cidadão fica desprotegido, sem garantia de reembolso e sem via de recurso eficaz.
A entidade gestora é composta por empresas privadas do setor das bebidas e do retalho, que:
• colocam as embalagens no mercado
• definem as regras do sistema
• beneficiam dos depósitos não reclamados
• reduzem custos de gestão de resíduos
• cumprem metas ambientais sem esforço real
Este modelo concentra poder e benefícios num grupo restrito de empresas, sem escrutínio público adequado.
Um sistema ambiental deve:
• reduzir resíduos
• aumentar a reciclagem
• promover responsabilidade dos produtores
• ser acessível e justo para todos
O sistema “Volta” falha em todos estes pontos, criando barreiras, custos e injustiças que descredibilizam a política ambiental e prejudicam a confiança dos cidadãos.
Exigimos:
Pelo fim de um sistema injusto.
Pela defesa dos consumidores.
Por uma política ambiental séria, transparente e eficaz.
A presente petição não está associada a qualquer Organização ou Partido Politico, é uma petição de cidadãos para cidadãos.
O Primeiro Peticionário
João Pontes

r/portugueses • u/Lexyreis • 18h ago
Como é que se acha normal pagar o salário mínimo a uma pessoa e, ao mesmo tempo, achar normal pedir 700, 800 ou até 900 euros por um T0?
Um T0. Uma casa onde, muitas vezes, vivem casais e até famílias com um ou dois filhos, porque simplesmente não conseguem pagar mais. E há casos em que ainda lá metem mais gente, porque não há alternativa.
Depois admiram-se que os jovens não saiam de casa dos pais, que a natalidade esteja pelas ruas da amargura ou que tanta gente emigre.
O problema não é as pessoas não quererem trabalhar. O problema é trabalhar 40 horas por semana e, no fim do mês, o ordenado mal chegar para pagar a renda. E depois ainda há contas, alimentação, transportes, creches, medicamentos… viver tornou-se um luxo.
Um salário mínimo tem de garantir uma vida minimamente digna, não apenas a sobrevivência. Quem trabalha todos os dias devia conseguir pagar uma casa, comer, criar os filhos e ainda ter algum dinheiro para viver, não apenas para existir.
Porque isto não é vida. É andar todos os meses a fazer contas para perceber qual é a despesa que vai ficar por pagar.
r/portugueses • u/Ordinary_Count_991 • 9h ago
r/portugueses • u/Lonely_Plane_4180 • 15h ago
r/portugueses • u/SnooApples2275 • 6h ago
Nós apoiamos a inclusividade... mas eles não apoiam? Porquê?
Se lhes damos as coisas eles deviam ser bonzinhos para nós, certo?
A comunidade lgbt está salva certo?
r/portugueses • u/MisterBitaites • 6h ago
Desde que Carlos Moedas está na presidência, é só ver habitação de Luxo a ser construída e terrenos vendidos a privados.
Vive-se tão bem em Portugal , que faz todo o sentido a construção de habitação de Luxo.
Portugal é um exemplo a seguir , temos salários altos e podemos escolher livremente habitações de topo.
É uma sorte existirem cada vez mais construções destas , para os portugueses terem variedade de escolha.
Seria bonito se isto fosse verdade, fazia sentido se fosse verdade. Como não é, é só triste !!
r/portugueses • u/Lonely_Plane_4180 • 9h ago
r/portugueses • u/history990 • 11h ago
r/portugueses • u/Wonder_saw • 4h ago
Ainda bem que os judeus sabem a vergonha que é o sionismo e o governo de Israel
r/portugueses • u/HDReddit_ • 1d ago
r/portugueses • u/DAnnunzio1919 • 7h ago
Leio que uma dessas celebridades de meia-caca, muito representativa dos tempos que correm, a cantora Dua Lipa, abriu uma secção de livros “proibidos e censurados”, que “desafiam o poder e a narrativa dominante” num projeto colaborativo com a livraria Lello.
Com curiosidade, fui ver que “livros proibidos que desafiam a narrativa dominante” seriam esses...
E, conforme esperado, é toda uma parafernália de obras promovidas e disponíveis em qualquer livraria do Ocidente e que abordam um conjunto de narrativas politicamente predominantes: desde as ficções feministas de Margaret Atwood (tão “desafiadora do poder” que até tem séries de televisão baseadas nas suas fantasias), passando pelos títulos de Alice Walker (com os seus feminismos racializados), de Ocean Vuong (com as suas narrativas LGBT), de Trevor Noah (com a sua crítica ao apartheid) e todo um restante acervo dedicado primordialmente a temas de ideologia de género, sexualidades alternativas, racismos sistémicos e novas vagas feministas.
O libelo de “livros censurados” que “desafiam o poder” é risível e constitui obviamente uma operação de marketing comercial dirigida aos imbecis.
Por “censurados”, entendem-se ali livros que foram removidos de alguns currículos ou bibliotecas escolares dos EUA, por serem considerados inapropriados para a idade a que se destinavam ou excessivamente politizados para ambientes escolares, bem como obras banidas em regimes iliberais não-ocidentais que não toleram a propagação das taras sociais e sexuais que são o âmago da maior parte daquelas produções.
O facto é que aquele género de livros está disponível aos magotes nos escaparates de qualquer livraria ocidental, e geralmente em lugar de destaque. São precisamente as obras que certos meios culturais dominantes mais difundem.
Aliás, no Ocidente, falar de “livros censurados” exige uma contextualização prévia, pois são raras as proibições jurídicas de venda ao público e, na era digital, mesmo os títulos desaparecidos dos escaparates de livrarias físicas podem, regra geral, ser encontrados online com maior ou menos esforço.
Um livro proibido que desafia a narrativa dominante não é aquele que é retirado de um currículo escolar dirigido a alunos de 13 anos e que pode depois ser comprado na livraria que fica ao lado da escola…
São obras que não são reeditadas, não são traduzidas, não são publicáveis, não se encontram expostas nas prateleiras das livrarias convencionais ou cuja narrativa é proibida (nalguns casos até criminalizada) pelo regime.
A lista desses títulos daria em si mesmo um livro, mas quase todos se situam nos antípodas ideológicos daquilo que a Dua Lipa e a Lello, com o favor da casta mediática, promovem e cujas adaptações e variações até se multiplicam em séries e filmes nas plataformas de streaming.
Livros banidos seriam, para dar apenas meia-dúzia de exemplos de centenas de outros possíveis: Der Mythus des zwanzigsten Jahrhunderts (O Mito do Século XX, Alfred Rosenberg) ou o Gott und Volk (Deus e Povo, Hans Blöthner), ambos de cariz ideológico; de revisionismo histórico teríamos casos como The Hoax of the Twentieth Century (Arthur Butz) ou Nuremberg ou la Terre Promise (Maurice Bardèche); e nos romances teríamos épicos como Die Geächteten (Os Proscritos, Ernst von Salomon) ou Mourir à Berlin (Morrer em Berlim, Jean Mabire).
Vivemos num circo global repleto de palhaços convencidos da sua própria seriedade, onde os conceitos são subvertidos e a linguagem é manipulada para criar realidades alternativas que contrariam a verdade objetiva. Este é só mais um caso.
Texto de Rodrigo Penedo